17.9.12

Santo Protetor


Ao veneramos os Santos, não podemos esquecer que eles foram pessoas iguais a nós, sujeitos aos limites e às mesmas contingências humanas que nós, e que se tornaram Santos por que viveram o Evangelho radicalmente na prática do dia a dia, deixando um testemunho de vida para todas as pessoas que aceitam Jesus Cristo como Senhor de suas vidas. Os Santos são um patrimônio que só a Igreja Católica tem.
Embora tenham vivido em épocas diferentes, em culturas diferentes, sem os meios de transporte e comunicação de hoje, nossos santos são conhecidos e reconhecidos, por todo o mundo, pelo que fizeram em defesa da vida.
Nós católicos, reconhecemos o valor de nossos santos e procuramos a prender com o seu testemunho de vida, mas não os adoramos, só Deus é digno de nossa adoração.
Demorou muito para que o Brasil tivesse um santo nascido aqui. A canonização de Frei Galvão pelo papa Bento XVI, tornou a Igreja Católica do Brasil mais rica e vigorosa. Foi o primeiro, outros estão a caminho. A beatificação de Irmã Dulce, pode dar ao Brasil a primeira santa nascida aqui.
Precisamos conhecer melhor o que fez, como viveu e o que pregava o primeiro santo brasileiro, a final esse é nosso! Por isso nós, da Igreja São Sebastião, estamos iniciando a Novena das Pílulas Milagrosas de São Frei Galvão, às sextas-feiras, às 16h, a fim de propagar a devoção a Frei Galvão que, não fazendo milagre, já é um milagre.
Uma vez me perguntaram: Quem é o santo protetor dos dizimistas? Todos! Sim, todos. O Dizimista pode dizer que tem a proteção de todos os santos. Pois o que eles entregaram para Deus foi mais do que 10% de seus rendimentos, os Santos entregaram 100% de suas vidas. Outra vez me perguntaram: Se um dizimista fiel pode se tornar santo? A resposta é: ajuda, mas é só o começo, para alcançarmos a santidade, precisamos, dia a dia, entregar nossa vida a Deus até que, como os Santos, também nós cheguemos a entregar o 100%.

DIZIMO
Ser dizimista é converter-se; e a conversão implica em deixar de lado nosso egoísmo, o nosso "eu", renunciar a si mesmo. Somente pela conversão é que conseguimos enxergar as necessidades de nossa Igreja, de nossos irmãos carentes dos bens materiais e espirituais.

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